domingo, 7 de setembro de 2008

Talento inútil


Pra quem gosta de um bom trash, Planeta Terror é um ótimo filme. Fiz uma cópia pra assistir longe das crianças, devido ao desfile de cérebros, fígados, tripas e testículos que permeia o filme. Produzido por Quentin Tarantino e Robert Rodriguez e dirigido pelo úlimo, conta a história de vítimas de uma epidemia mutilante produzida por um gás utilizado na guerra do Iraque, que acaba caindo numa cidadezinha pacata americana. A doença é altamente contagiosa e transforma as pessoas em verdadeiros presuntos podres vivos.
Duas beldades fazem participações interessantes no filme:Marley Shelton a Rose McGowan.Lá pela tantas, uma diz pra outra que todo talento inútil um dia serve para alguma coisa.
E o filme nada mais é do que o exercício do talento inútil de Robert Rodriguez.
Categoria 1A!

Rápidas de domingo


De volta ao meu velho pardieiro no Ingá. E ao quibe de micro ondas!

Tem um (Paul) Auster e um Amós (Oz) novo. O Mundo anda!

Enquanto isso em Miracema, houve o Mirafantasy(!) E em Pádua as meninas dançaram pra Academia Paduana de Artes (!!!). Laura conseguiu fazer as duas coisas ao mesmo tempo. Seu zeloso pai já meio cegueta despencou de Miracema à meia noite e a resgatou como Bety Boop. Chegou às seis em casa. O Mundo vira!

Ontem foi um comício em cada ponto da cidade. Comício agora tem telão que toca funque o tempo todo! E meninas bonitinhas bebendo a rodo. Será que elas sabem nome do candidato?

E o Fluminense empatou mais uma que poderia perfeitamente ter ganhado. Acompanhei o jogo com meus fieis escudeiros Chicó e Luisa. E aquele comentarista do Sportv - o que é aquilo????? - nem quero guardar nem verificar o nome daquela coisa falante. O Fluminense se esguelando pra fazer um golzinho e ele mandando: - O Grêmio tem mais time! Acabei brigando com Chicó e Luisa e pedindo o penico!

E hoje teve Parada de Sete de Setembro. Está no meu currículo: ex presidente do Centro Cívico Antenor Rego, porta bandeira do Brasil por vários anos de marcha quase fúnebre. Cai o pano!

sábado, 6 de setembro de 2008

Bobagens rotineiras


Faz calor em Miracema. Tento ficar quieto com Laura, Luisa e Chicó, mas o plantão telefônico não deixa.
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Laura e Luisa se mexem o dia todo. Quando vou ver, saiu uma pra fazer unha, outra pra estudar na prima, que fazer? Tento compenetrado assistir a Ben 10, Pokemon, Os padrinhos mágicos e outras fanfarronices que Chicó adora.
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Logo mais tem baile a fantasia. Já decretei minha ausência. Vou ficar aqui tomando conta de Chicó e Luisa tomando conta de mim. Ontem já teve a versão infantil. Luisa foi de Jonas Brothers (na foto, com Luisa 2 e Marcela)
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Quem se interessa por essas bobagens caseiras? O fato é que esse blog virou um certo compromisso comigo mesmo (e com meus quatro ou cinco leitores) e eu sinto falta de conversar com ele. Sem assunto, vai a rotina mesmo. E rotina com Laura, Luisa e Chicó, dormir até tarde, a comidinha da Diô e o espírito leve, é sempre boa coisa.

sexta-feira, 5 de setembro de 2008

Lembranças do meu futuro


Meu amigo Cláudio, do sebo Escuta Som, adquiriu mais um acervo de cerca de 3.000 cds. Comprei algumas relíquias. Dessa vez o morto era mais chegado em música brasileira. Tinha muito disco no plástico ainda. Pensei na minha biblioteca e saí dali correndo.
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Meu avô morreu confinado na cama em 1970. Convivi muito com ele em seus últimos meses de vida. Eu tinha 9 anos. Era um leitor compulsivo, meu avô. Tinha uma pequena biblioteca nos fundos da casa. Depois que morreu, botaram fogo nela, com medo das baratas. Consegui salvar alguma coisa. Meus primeiros Maria Alice Barroso (Um nome para matar) e Gabriel Garcia Marques (Cem anos de solidão) vieram da biblioteca do meu avô.
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Do meu outro avô, herdei a folgazanice espiritual e o amor inquebrantável pelas mulheres. E o indefectível talento para tocar violão. Meu avô, como eu, tocava muito mal, mas mandava ver nos saraus miracemenses.
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Meu estômago parece ter voltado ao normal. Santa bromoprida!

quinta-feira, 4 de setembro de 2008

Notas rápidas

O excesso de carne vermelha azedou minha quarta. Abdome distendido, dor epigástrica, náusea, só faltaram os vômitos incoercíveis para dois dias de internação. E o pior, dormi muto mal ontem e hoje.
Acabei me atrapalhando aqui no serviço. Vim disposto a terminar um projeto e o dia todo foi gente me "perturbando" (é no bom sentido, mas não deixa de ser uma perturbação) para resolver outras coisas. E o estômago queimando. Sandra Carreirinha ficou atônita também. No fim do dia de ontem, o índice de resolutividade estava entre 72 e 74%. Razoável!
Hoje recomecei, dependo de Adriana pra continuar. Enquanto espero, vou escrevendo essas notas rápidas.
No meio de uma crise de ausência, esqueci meu celular em casa. É um sinal clássico. Toda vez que mando um e-mail pro pessoal da empresa informando que meu celular está ausente, pode contar: dormiu mal à noite.
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No meu Ipod aqui do lado, Milton Nascimento manda Canoa, Canoa. E eu viajo prá lá.

terça-feira, 2 de setembro de 2008

Carne vermelha

Fomos comemorar a vitória da empresa de estar entre as 25 melhores para se trabalhar no Rio de Janeiro, na Churrascaria Oásis. Muita carne vermelha indigesta e de noite Cheguei em casa exausto. Com orgulho no peito, mas exausto. Sozinho como um fósforo queimado e exausto. Sentindo falta de dois sonrisais e exausto.
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Foi uma boa terça, Deus ouviu meus xingamentos de ontem. Trabalho rendendo bem, o Professor Schott agora full time entre nós. Comemoramos o aniversário dele no Filé e Folhas. Mais carne vermelha.
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Dei uma segunda chance pros novos discos de Geraldo Azevedo e Elba Ramalho. Uma rápida audição anterior tinha detonado os dois pro fundo da caixa de novos cds. Coloquei as canções pra rodar no Ipod. Ambos continuaram fracos. Uma centelha aqui, outra ali do que já foram. Elba agora deu pra cantar samba. E é o que faz de melhor no novo disco. Cadê a cantora densa de Palavra de Mulher? E Geraldo, tentando se repetir desarvoradamente sem o mínimo charme das velhas canções.
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Cheguei em casa e tinha uma mensagem do Jadim, desejando feliz aniversário. Jadim é dos meus quatro ou cinco melhores amigos. Mas há muito que não nos falamos. Nem precisa. Sabemos o quanto um significa para o outro. Ouvi-lo foi muito bom e comovente.
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Como foi a troca de torpedos em Gramado com uma velha amiga. Torpedos orgasmatrônicos em Gramado. Uma história de muitos anos resumida em 16 torpedos.

segunda-feira, 1 de setembro de 2008

Zéu Brito


Hoje deu uma saudade danada da Cantareira. Fiquei uma hora preso na perimetral. Também acho que o amor é a ausência de engarrafamento.
No vazio engarrafado, fiquei ouvindo Zéu Brito, Saliva-me. Ecos de Raul Seixas e Tom Zé, esse menino vai longe. Voz encorpada, ótimos deboches, uma ótima surpresa. O disco, apesar de gravado em 2005, parece só agora ter aparecido. Valeu o engarrafamento.
Também ouvi o novo de Carla Bruni. Também um bom disco. A moça canta direitinho e carrega a sensualidade dos franceses na voz.
Passei pela Boa Viagem e pelo MAC pra evitar mais um engarrafamento no Ingá. Sábia decisão! Cheguei em casa depois de uma hora e quarenta de trânsito!
E de bom humor! As segundas têm me surpreendido. Trabalho fluindo, viagem tranquila. Acho que a segunda mudou pra terça e não avisou a ninguém!

Perto do coração

 Para ler ouvindo a valsa "Perto do coração", de Nelson Ayres Amigo, ano passado nessa mesma data, estávamos passeando pelas ruas ...