terça-feira, 29 de setembro de 2009

Chicó 8.0


Acabei gostando de Budapeste, o filme. Não é nada genial, mas passa. Recomendo aos que não viram, que leiam o livro antes. A idéia do narrador no filme deixa a história vaga.
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Não perca seu tempo vendo DNA assassino, um filme B menos. Gastei duas horas inúteis e 3 pratas de locação. Fuja!
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Hoje foi dia de Chavela Vargas. A mexicana veio e voltou comigo, o raio do aleatório só mandava tristeza. Lindo!
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Chicó vem amadurecendo e com o amadurecer, vem se tornando cada vez mais amigo. Dividimos nossas tristezas nos jogos do Fluminense, rimos juntos das nossas estripulias, aproximamos os 40 anos que nos separam. Chicó faz 8 hoje. Nessas horas você entende porque estar assim tão longe pode ser tão triste. Salve Chicó, meu menino!

domingo, 27 de setembro de 2009

Saudações tricolores


(1)O jogo começou e anunciaram o comentarista: Raul Quadros. Esse sujeito dá um azar danado pro Fluminense, além de comentar muito mal. Deveria ser banido do futebol, pelo menos dos jogos do Fluminense!
(2)Depois de dois golaços de Alan, Cuca faz a gentileza de tirar o jogador e colocar... quem????.. Fabinho!!.
(3) O Avaí chegava com incrível facilidade na defesa do Fluminense, Gum e Carlos Alberto colaborando muito com o Avaí.

Era o cenário ideal para mais uma derrota. Mas aí o Sobrenatural de Almeida entrou em campo e ajudou Conca e Rafael a segurar o jogo. Foi como vencer um campeonato.
Não sei se o Fluminense está vivo, talvez seja muito tarde, mas hoje deu uma demonstração de que pode se superar.
Belo três a dois suado!

quinta-feira, 24 de setembro de 2009

Mangal das Garças


Come-se muito bem em Belém, isso é incontestável. Com a vantagem de que a comida é toda daqui, não carrega nenhuma influência, a não ser a indígena.
Hoje terminamos a noite no Manjar das Garças, restaurante que fica no meio do Parque Ambiental Mangal das Garças, na cidade velha,vista panorâmica para a Baía do Guajará (vide farol atrás da foto).
Lindo lugar, ótima gastronomia. Provei do pato ao tucupi, do camarão no creme de mandioquinha e dos temperos exóticos da região. Fiquei mesmo apaixonado pelo cupuaçu e pelo bacuri. Tinha um creme de bacuri com flocos de arroz de causar alumbramentos.
O chopp é fabricado aqui mesmo (amazon beer) e deixa um gosto amargo no final. Mas hoje achei que já ninguém aguentava meus abismos e tomei uns quatro ou cinco. Fiquei bem. Senti umas faltas ou outras, pequenos desesperos, mas tudo muito fugaz.
O evento até agora rendeu boas conversas, inclusive de trabalho. E só!

Sorvete de bacuri


Ontem a noite fomos às Docas. Fizeram um trabalho muito bonito de valorização do local. Se o pier do cais do porto no Rio seguir o modelo, teremos um belo cais. Tomei sorvete de bacuri, comi mousse de cupuaçu, vi o rio correr para o mar.
Hoje depois do trabalho fomos ao mercado "ver o peso". Se você ainda não veio aqui, guarde esse nome. Para nem passar por perto. É o inferno cheio de varejeiras.
Acabei numa loja de esportes comprando uma camisa do Milan pro Chicó. Gostei do argumento do Sebastião: quando perguntado porque comprava camisas de time de fora em Belém para levar para os filhos. ele respondeu na lata: é pra chegar e dizer que trouxe alguma coisa.
Também sou assim. Já não sei comprar presente no natural, que dirá coisa típica.
O mais natural que consegui foram umas castanhas do Pará que estou levando para meu pai.
Hoje veio a chuvada de final de tarde. Pegou-nos no Museu do Índio.
Ainda não encontrei sebos nem lojas de disco. Nesse calor, vai ser impossível!

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

Em Belém, alone (again!)

Mal abriu a porta automática do aeroporto de Belém e já deu pra sentir a baforada quente (ontem, o Professor já havia me alertado do clima). Comecei conhecendo a cidade pelo calor insuportável. Chegamos ao Hotel Crowne Plaza (1A-dá pro gasto) e tive algumas dificuldades para estabelecer conexão com o resto do Mundo.
Almoçamos aqui mesmo no Hotel e já provei do tal do Filhote, um peixe típico da região. Lembra os peixes brancos de água doce.
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Cada vez mais distante do pardieiro de Niterói ou da Miracema dos meus filhos, estou só e travado. Os amigos arriscam um bate papo, mas minha conversa é pouco produtiva. Monossilábica. Não sei se quero estar aqui, acho um tanto inútil estar em algum lugar em que se possa produzir pouco. Mesmo estando aqui a trabalho, gosto de estar nos lugares em que o trabalho rende. Pelo menos tanto quanto na minha sala perto dos meus companheiros. E é só o primeiro dia. espero que os outros melhorem. É triste ter que pedir aos dias que passem! Nem ousei mexer com a Cerpa pra não piorar mais ainda. Fiquei na coca zero, enquanto meus amigos se afogavam na cerveja do lugar.
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Comecei ontem a comprar as reedições dos álbuns dos Beatles. Comprei todos que o Cláudio arrumou. Já achava a primeira masterização muito boa, essa deve ser irrepreensível. A julgar pelo trabalho que tiveram para reproduzir os originais das capas antigas, só posso esperar o melhor.
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Os Beatles são bons de ouvir de quaquer jeito. Melhor bem acompanhado. Infelizmente,não é esse o caso. Retorno a qualquer hora com notícias de Belém.

segunda-feira, 21 de setembro de 2009

Café Cotril

Tenho vontade de
-ponhamos amar
por esporte uma loura
o espaço de um dia.
Certo me tornaria
brinquedo nas suas mãos.
Apanharia, sorriria
mas acabado o jogo
não seria mais joquete,
seria eu mesmo.
E ela ficaria espantada
de ver um homem esperto.

Drummond
Adoro as canções de afeto, mas as que me hipnotizam, me encantam e me fascinam mesmo são as canções de abismo. Procuro o abismo em cada canção de afeto que seleciono do aleatório. Por isso, amo Tom Waits, Nelson Cavaquinho, Leonard Cohen, Elomar, Lupicínio, Aldir e muitos que se dedicaram a escrever sobre os precipícios. E agora o aleatório me mandou esse Beirut, The Flying Cup Cup, enquanto a chuva caía torrencialmente sobre mim nas ruas dos centros do Rio e de Niterói.
Enquanto esperava o ônibus ensopado, uma menina loira que estava na fila atrás de mim, ofereceu-me metade do seu guarda-chuva mínimo. Lógico que apaixonei-me na hora. Lógico que nunca vou vê-la novamente, nem ousei perguntar o nome, lá no fundo continuo um idiota tímido e ultra-sentimental. Mas aqueles 10 minutos de guarda-chuva tiveram todos os elementos de um romance.
Deu até vontade de amar de novo!

domingo, 20 de setembro de 2009

Coisas que aconteceram nesse domingo e não têm a menor importância

Melhor não falar ao telefone. Sentimento acumulado não se resolve com conversa a distância.
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Se Laura e Luisa lessem, se Chicó lesse, poderiam imaginar o quanto me faltam.
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Passei o domingo trabalhando para a Fundação Getúlio Vargas. Aprendo muito quando ensino.
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Aprendo mais quando ensino a mim mesmo. Como hoje.
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Estou pelejando pra terminar de ver Budapeste. Ainda não li o livro. Talvez seja por isso.
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Almocei três empadas de frango. Nenhum saco para sair do pardieiro.
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Só desci pra comprar jornal. Não li o jornal que comprei. Só Ubaldo e Veríssimo.
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Leia o que Camila escreve aqui. Tudo a haver com o meu domingo!

Perto do coração

 Para ler ouvindo a valsa "Perto do coração", de Nelson Ayres Amigo, ano passado nessa mesma data, estávamos passeando pelas ruas ...