quarta-feira, 18 de abril de 2012
Sem você
domingo, 15 de abril de 2012
Preparando o salto
"Não vejo nada que não tenha desabado
Nem mesmo entendo como estou de pé
Olhando um outro num espelho estilhaçado
Que reconheço mas não sei quem é
Não ouço passos de ninguém entre os escombros
Nem mesmo insetos revirando o pó
Um vento seco me arrepia, encolho os ombros
Mas na verdade estou queimando só
Depois do fogo restam só fumaça e brasas
E eu tiro as cinzas do meu peito nu
Daqui a pouco meus dois braços serão asas
E eu me levanto renascido e cru
E mesmo aquela velha sombra ressecada
Que imita tantos quanto eu fui e sou
Ficou nos cacos do espelho aprisionada
De pés cortados não vai onde eu vou
Antes de nascerem as plumas
Com minhas unhas quero me arranhar
Pra ter riscado na pele
Um mapa tosco pra poder voltar
Vou passar
Como um santo mudo
Mirando o alto
Rindo
Preparando o salto
Deixando pra trás … tudo"
Siba
quinta-feira, 29 de março de 2012
Sorri seus dentes de chumbo

domingo, 18 de março de 2012
Todos que somos eu, meus braços, minhas pernas, meus sentimentos e minha vontade
segunda-feira, 5 de março de 2012
Fim
"Quando eu morrer batam em latas,
Rompam aos saltos e aos pinotes,
Façam estalar no ar chicotes,
Chamem palhaços e acrobatas!
Que o meu caixão vá sobre um burro
Ajaezado à andaluza...
A um morto nada se recusa,
Eu quero por força ir de burro."
Mário de Sá Carneiro
sábado, 25 de fevereiro de 2012
Obliviantes

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012
Para vivir
que antes de hacerlo había que pensarlo muy bien
que esta unión de nosotros le hacía falta carne y deseo también
que no bastaba que me entendieras
y que murieras por mí
que no bastaba que en mis fracasos
yo me refugiara en tí.
Y ahora vez, lo que pasó
al fin nació,
al pasar de los años
el tremendo cansancio
que provoco ya en tí
y aunque es penoso, lo tienes que decír.
Por mi parte esperaba, que un día el tiempo se hiciera cargo del fin
si así no hubiera sido yo habría seguido jugando a hacerte felíz,
y aunque el llanto es amargo piensa en los años que tienes para vivir
que mi dolor no es menos y lo peor
es que ya no puedo sentir.
Y ahora tratar, de conquistar con mano afán,
este tiempo perdido, que nos deja vencidos,
sin poder conocer,
eso que llaman.....
amor, para vivir.
Para vivir......... "
Pablo Milanes
Perto do coração
Para ler ouvindo a valsa "Perto do coração", de Nelson Ayres Amigo, ano passado nessa mesma data, estávamos passeando pelas ruas ...
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Meus domingos continuam vazios e frios. Apesar de estar com meus filhos, eu continuo me sentindo sozinho por inteiro. A doença só veio piora...
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O amor acaba. Numa esquina, por exemplo, num domingo de lua nova, depois de teatro e silêncio; acaba em cafés engordurados, diferentes dos p...