terça-feira, 13 de maio de 2008

Já na terça

Bem, todo Mundo tem direito à sua segunda-feira durante a semana. A minha foi na terça. Às oito e dez, fui sacar dinheiro na Caixa da Rua do Rosário pra fazer um acerto de um cartão de crédito que me roubou descaradamente, me lesou descaradamente, mas meu advogado achou que não. Essa história, eu prometo contar detalhadamente. Por hora, limito-me a alertar: se um(a) fulano(a) qualquer te ligar lá pelas 19h, oferecendo um Cartão Americanas Itaucard, com todas as vantagens que você nunca imaginou ter, desligue rápido. Fuja de casa pra evitar o risco de contaminação!

Voltando à minha manhã, ao sacar, desgraçadamente deixei meu cartão de crédito cair dentro da maquininha de cuspir dinheiro. Ninguém pra me atender. Voltei às nove, tinha um guarda, que nada pode fazer. Às nove e meia, só o guarda e a faxineira. Às dez e quinze, depois de passar exatos vinte e sete minutos tentando convencer à atendente que sim, é possível que o cartão caia dentro da maquininha (já estava me convencendo que o Sobrenatural de Almeida tinha levado meu cartão), consegui que um gerente abrisse a maquininha e encontrasse meu cartão.

Os bancos sobretaxam tudo que você utiliza deles. Ganham sobre todos as possibilidades com seu dinheiro. É melhor ficar em casa contando rendimento do que encarar a Rio Branco todo dia e trabalhar feito um condenado.

É por isso que hospitais estão sucateados, operadoras de planos de saúde migrando para funções menos nobres do que subsidiar a melhor prática médica, clientes em pé de guerra porque não são bem atendidos, etc, etc, etc.

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Pela enésima vez, abdico de um show que achava imperdível depois de já ter comprado ingresso (dessa vez, foi ainda pior: pedi à Letícia que os comprasse pra mim): a homenagem a Altamiro Carrilho no Vivo Rio. Cansaço, velhice, preguiça, dê o nome que quiser. Desculpe, Nelinha!





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