quinta-feira, 27 de novembro de 2008

Acho bom juntar a fome com a vontade de comer

Hoje é aniversário de Luisa, minha vida. Precisa dizer mais alguma coisa? Obrigado por existir.
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Ontem aconteceu uma coisa que só acontece com Francisco José. Cheguei em casa e não consegui abrir minha própria porta. Não, eu não esqueci a chave. A porta é que não abria mesmo. O chaveiro do bairro (sorte do Ingá ter um chaveiro noturno!) levou duas horas para abrir a porta. Quando entrei, fiquei emocionado ao ver que tudo estava no seu lugar. Inclusive a desordem reinante.
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Hoje fui à Feira de Agricultura Familiar na Marina da Glória. Fui para ver Bule Bule, um de nossos melhores repentistas e forrozeiros. Apesar da anasarca, Bule Bule continua em plena forma. Pena não ter cantado o hit A fome com a vontade de comer. Saí de lá extasiado com seu pandeiro e voz afinadíssimos e as sambadeiras que vieram com ele.
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Mas nem só de Bule Bule, esteve a Feira. Um achado! Mil barracas de comestíveis e artesanato brasileiro de fazer a alegria de qualquer curioso. Comprei geléia de caju, cupuaçu, cagaita, granola de licuri, um monte de doce da melhor qualidade.
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Na volta, o taxista fez questão de colocar Ana Carolina pra estragar meu ouvido satisfeito. Como estragar uma canção tão bonita como Beatriz? Um fiasco!

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