sábado, 17 de maio de 2008

Hay dias que no se lo que me pasa

Tardes de sábado em Miracema: Laura(15) na internet, Chicó (6) no Cartoon, Luisa (12) entediada. Depois de uma leve soneca de fim de tarde, acordei (46) irritado. Já dissertei aqui sobre QI, irritabilidade e meu sono leve de tarde: é aquilo mesmo, pra quem já leu. Decidi que, a contar dessa data, irei abandonar a sesta de sábado em Miracema. Sei que não conseguirei manter a decisão, mas isso não tem a menor importância.

O certo é que acordo meio zonzo e só me vem à cabeça o que não tem solução. A sede do peixe. Pra acordar de vez, disparei a ler tudo o que encontrava pela casa: Jornais novos e velhos, revistas, livros, com uma voracidade de quem lê seu último capítulo. Sexta e sábado é fartura nos jornais do Rio: Tárik, Mauro Ferreira, Prosa e Verso, Dapieve, Calazans, dá pra ler um bom tempo.

Hoje recebi a visita ilustre do meu amigo Flávio. Há uns bons anos não nos víamos, a não ser pelo blog (o dele, flaviodiario, está indicado ali à direita). O mesmo Flávio de sempre: crítico, mordaz e sem concessões. Mas de alguma forma, pareceu-me um pouco mais leve. O tempo vai amolecendo as pessoas.

Não há muito o que se esperar de mim desse resto de sábado. Câmbio e desligo.

Nenhum comentário:

Não sei o que meu corpo habita nessas noites quentes de verão

Fui a Baltimore. Um dos motivos extraordinários foi conhecer a Barnes e Noble de lá. Que decepção! Parece mais uma Saraiva compungida...