quarta-feira, 5 de novembro de 2008

Tres palabras

Foi um sufoco. O narrador e o comentarista do sportv torciam ardorosamente pelo Figueirense, quase botei no mudo. O campo uma poça, pode ter jogo assim? Chuva torrencial e poça!
Com a devida desculpas aos Vascainos, mas o Fluminense abriu as pernas para o Vasco domingo. Teve trelelê ali! Ora, o Fluminense vem bem, recuperando seu futebol, o Vasco numa água danada. Aí o Fluminense fica completamente perdido em campo pro Vasco ganhar. Os idiotas da objetividade vão dizer: é um clássico e clássico tudo é possível. Tudo bem, mas que aquele jogo foi muito esquisito, lá isso foi.
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Terminei de ver O banquete do amor, com Morgan Freeman fazendo um professor debilitado pela perda do filho. Ótimo, gostei da proposta do filme. Ainda tem quem acredite nas coisas do amor. Faz bem olhar pra trás e ver que a gente também teve daqueles momentos. E mulheres belíssimas em cenas idem.
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Fui a São Paulo hoje, mas é como se não fosse. Não vou mais aos velhos sebos, não sei mais da programação do Satyros, não durmo mais lá. vou, trabalho e volto. Valeu pelo trabalho.
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Tres palabras, o clássico de Osvaldo Farres, recriada por Brad Mehldau, é a Maria Manoela saindo do banheiro de toalha cheirosinha e chamando pra dança.

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Não sei o que meu corpo habita nessas noites quentes de verão

Fui a Baltimore. Um dos motivos extraordinários foi conhecer a Barnes e Noble de lá. Que decepção! Parece mais uma Saraiva compungida...