terça-feira, 9 de julho de 2013

Francisca Santos das Flores

Já gostava da canção com Zé Ramalho (do songbook Dorival Caymmi vol. 4). Ouvi agora com Nana fazendo voz de fadista, chorei todas e não consigo tirar o dedo da seta do Itreco que repete a música. Há o bandolim de Pedro, o violão de Dori, umas cordas bem arrumadas, mas sobretudo, há a voz de Nana. A soberana voz maior de Nana Caymmi.
Por enquanto é tudo que consegui ouvir de Caymmi, o disco que os irmãos lançaram para abrir as comemorações do centenário do pai. Mas, adianto, já vale o disco.
Ouvi (bastante) e também adianto, é dos melhores do ano, o novo de Vitor Ramil. O duplo Foi no mês que vem, repassa a obra do compositor, de muito bom gosto. Um deleite para bons ouvidos as que já conhecia, e mais ainda, as que não me lembrava. 
Tenho digitalizado meus discos, repassado obras clássicas, desliguei me um pouco de 2013. Mas ouvi e gostei do paulistano Dona Zaíra, Tome forró, de Dona Onete, Feitiço caboclo, e do ao vivo de Filipe Catto, Entre cabelos, olhos e furacões.


Nenhum comentário:

Não se atravessa a Hadock Lobo pela direita

Definitivamente A Força do Querer não foi uma unanimidade. Ainda mais concorrendo com o terceiro episódio da décima temporada de Segura a O...